Publicado em 13/09/2018.
Por Penélope Toledo (INCQS/ Fiocruz)

Compartilhar informações e promover o intercâmbio das atividades que o INCQS desenvolve. Foi o que a responsável pelo Núcleo Técnico de Kits, Helena Cristina Balthazar Guedes Borges, fez na palestra Monitoramento da qualidade de produtos hemoderivados e kits para diagnóstico da dengue - ações de vigilância sanitária pós-mercado, em 12 de setembro. A apresentação integrou a semana de comemoração dos 37 anos do Instituto.

Foto: Pedro Paulo Gonçalves (INCQS/ Fiocruz)

Em sua exposição, ela falou como os hemoderivados são monitorados, produtos e testes efetuados, dados da dengue no Brasil e no mundo, custos com cuidados médicos, vigilância, controle de vetores e na perda de produtividade, histórico da doença (desde os primeiros casos relatados, no século XVIII, até sua expansão global nos dias atuais), controle do vetor e prevenção da doença, manifestações clínicas, e controle da qualidade dos kits

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o crescimento da incidência mundial é de 50 a 100 milhões casos/ano, em 100 países, sendo que este número pode ser muito superior, já que há subnotificação e classificação incorreta da doença.

 

O que são os produtos hemoderivados?

Hemoderivados são produtos farmacêuticos obtidos a partir do plasma humano, submetidos a processos de industrialização e normatização que lhes conferem qualidade, segurança, estabilidade, atividade e especificidade, de acordo com a definição da Resolução RDC nº 46/2000.