Publicado em 13/11/2018.
Por Penélope Toledo (INCQS/ Fiocruz)

Fotos: Pedro Paulo Gonçalves (INCQS/ Fiocruz)

O INCQS recebeu a visita de uma equipe de profissionais do Peru, do Instituto Nacional Materno Perinatal de Lima (INMP-Lima), que trabalham com atividades voltadas a banco de leite, no dia 30 de outubro. Também participaram da visita servidores do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente “Fernandes Figueira” (IFF/ Fiocruz), integrantes da Rede Global de Bancos de Leite Humano (rBLH).

O objetivo foi de conhecer as inciativas do INCQS na área, especialmente no que se refere aos Ensaios de Proficiência (EPs) em bancos de leite providos pelo Instituto, como parte do controle de qualidade de laboratórios. A visita ao INCQS faz parte de um projeto desenvolvido conjuntamente entre o INCQS e o IFF.

A delegação peruana foi composta pela diretora executiva de Pesquisa, Docência e Atenção em Neonatologia, Dra. Carmen Rosa Davila Aliaga, pela chefe do departamento de Neonatologia, Dra. Julia Rosmary Hinojosa Perez, pela coordenadora do Banco de Leite Humano (BLH) do INMP, Zulema Frieda Leon Mauricio e pela funcionária licenciada em biologia, Ana Luz Olivares Quispe.

Do INCQS, participaram do encontro a vice-diretora de Vigilância Sanitária, Célia Romão, pelo assessor da Direção, Armi Nóbrega e pelo integrante do Núcleo de Alimentos, Microscopia e Métodos Rápidos (NAMMR), do Departamento de Química, Leonardo Coutada.

Já os representantes do IFF na visita foram: o coordenador adjunto do projeto, Jonas Borges da Silva; a coordenadora geral, Mariana Simões Barros e a consultora técnico científica da rBLH, Virgínia Valiate Gonzalez.

Leonardo Coutada explicou que o projeto em parceria com o IFF começou em 2014, é coordenado por Marcus Campino de la Cruz e visa a ação colaborativa entre as unidades técnico-científicas da Fiocruz, no intuito de integrar, alinhar e otimizar suas iniciativas político-estratégicas. De acordo com ele, o programa tem se desenvolvido satisfatoriamente:

“O projeto se iniciou modesto, com poucos bancos de leite e apenas um teste. Depois cresceu, abrangendo atualmente 28 bancos de leite e quatro tipos de exames: microbiológico, crematócrito, acidez titulável e acidez Dornic (oD)”, detalhou.